terça-feira, abril 25

A ciência e a cidade

A Fundação Gulbenkian está a realizar um ciclo de debates intitulado A Ciência e a Cidade.
Já passou o dedicado a A Casa. O próximo é já a 19 de Abril, subordinado ao tema A Mobilidade. Seguir-se-ão, até ao final do ano, O Ócio, O Mercado, O Génio, A Alimentação, O Plano e O Risco.

João Caraça explica o mote da iniciativa:
A cidade, ponto de encontros e de desencontros, de partidas e de chegadas, mas também local de excelência da afirmação da cidadania e do florescimento cultural, foi-se tornando progressivamente no habitat da espécie humana, à medida que se caminha para o futuro. Nela ou nos seus arredores vive metade da população do mundo.

A ciência acompanhou esta evolução recente através da criação de novas tecnologias que facilitam a concentração de pessoas e de recursos, que criam e geram novos fluxos de ideias e de produtos. As cidades do futuro estão profundamente dependentes do esforço científico e da capacidade de o aplicar a condições de vida mais justas e solidárias: a ciência do século XXI será determinante para o pleno exercício da cidadania.

Deste modo, tudo o que move a cidade envolve a ciência e questiona o conhecimento científico. Mas as cidades não são todas iguais!
A abertura aos outros e ao mundo é a primeira condição da sustentabilidade. Esta atitude não escolhe capacidades - dos mais jovens aos menos jovens, todos são indispensáveis no processo de construção da Cidade Nova.

Os debates têm transmissão em circuito vídeo, sendo possível colocar questões em directo, através do mail cienciaecidade@gulbenkian.pt.

Os debates são comentados por pessoas de áreas bastante diversificadas (engenharia, a arquitectura, a gestão, a sociologia, a cozinha, a fotografia, o design, a filosofia, os ralis, a informática, a economia e a farmácia) e moderados por José Vítor Malheiros que tem no seu currículo:

- ser director do Publico.pt, o site web do jornal "Público",
- ter sido o editor responsável pela área da Ciência e Tecnologia do "Público",
- antes disso, responsável da secção de Ciência do semanário “Expresso”, e,
- durante oito anos (1986-1993), ter sido membro da direcção da Associação Europeia de Jornalistas de Ciência e Tecnologia.

Vale a pena a visita!

segunda-feira, abril 24

Texto sobre o tempo do doutoramento

A passagem do tempo de doutoramento: Tempos organizacionais e a vida em Stand By por Emília Rodrigues Araújo (era@ics.uminho.pt), disponível aqui, no RepositoriUM.

sábado, abril 8

Defesa de doutoramento

... em Portugal, no Reino Unido e na Filândia, segundo a experiência de Miguel Araújo.

sexta-feira, abril 7

Obrigada!

Olá! Quero agradecer a todos os participantes a oportunidade de escrever aqui.
Um abraço e votos de óptimo trabalho.

Boa Páscoa!


Teresa Pombo (
http://umpercurso.blogspot.com).

quarta-feira, abril 5

Luz ao fundo do túnel

Sintra 010
uploaded by monicaA.

Num país em que os discursos não reflectem as práticas, a motivação individual de cada um de nós torna-se ainda mais importante para tentar mudar o curso dos acontecimento e aquilo em que teimam os nossos gestores, ou por outra, políticos, em não reconhecer. Não basta dizer que se querem aumentar em 10% as cotas de doutorados em Portugal. E depois? Como pensam os nossos políticos reconhecer esse esforço?

A aposta (determinada) de cada TET, em aprofundar os seus conhecimentos e contribuir para o aumento de quadros qualificados nacionais, acumulando com tantas outras contribuições, não tem retorno a não ser na satisfação do próprio em ter conseguido.

Mas continuamos. Persistimos. Lutamos. Acreditamos que um dia será possível ter orgulho em ser TET em Portugal.

Força TETs :-)