quarta-feira, dezembro 5

Bom dia

Já que não me conhecem (alguns), nem ao meu trabalho, dou-vos uma ideia do que foi a minha tese - uma ideia mesmo muito sucinta, por sinal.


Procura-se compreender se os indivíduos actuam como resistentes no contexto de uma comunidade terapêutica, uma instituição total. Através de uma abordagem qualitativa que junta a observação à recolha das narrativas de vida, interroga-se a forma como os indivíduos vivem o tempo e os seus quotidianos, bem como os sistemas simbólicos hegemónicos que os enquadram. A proposta de análise inclui algumas das abordagens associadas ao interaccionismo, cruzando-os com aspectos associados aos capitais e à descaracterização do habitus em função dos percursos de vida. Por fim, apuram-se algumas categorias nucleares, com particular centralidade nos aspectos temporais e em situações de transição específicas, na comunidade, como a da ressaca, ou a da separação do contexto de consumo e do mercado capitalista.


Como agora sigo em frente, estou a fazer o projecto para apresentar à UMinho! Estou em transição, como diz a Mónica!



2 comentários:

marta disse...

Olá. Fiquei coma ideia de estar a falar em toxicodependência?! Qual foi a comunidade? Gostaria de saber mais coisas....

Margarida disse...

Ficou com a ideia certa, mas não posso identificar a comunidade por causa de preservar a confidencialidade das pessoas que falaram comigo. Se quiser saber outras coisas, no entanto, diga!